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Gerais

POLÍCIA PEDE PRISÃO TEMPORÁRIA DE HOMEM QUE ACENDEU ROJÃO NO RIO

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Ele foi identificado com ajuda de preso por participação no crime. Artefato atingiu o cinegrafista Santiago Andrade, que teve morte cerebral.

 

A polícia do Rio de Janeiro pediu nesta segunda-feira (10) a prisão temporária do homem suspeito de ter acendido o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade. Ele foi identificado com a ajuda de Fábio Raposo, que confessou ter participado da ação e já está preso, como mostrou o Jornal Nacional.


Ao deixar a delegacia na tarde desta segunda, o advogado de Raposo disse que tinha o nome, número de identidade e CPF do homem que acendeu o rojão que atingiu e matou o cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade.

 

“Eu passei para a autoridade policial o nome do rapaz que estava ao lado do Fábio. Ou seja, um dos acusados de ter arremessado o rojão. Eu apenas disse que tenho o nome da pessoa, a qualificação civil”, disse o advogado.

O advogado Jonas Tadeu disse como conseguiu as informações: “O Fábio Raposo não me deu o nome do rapaz. O Fábio Raposo não conhece, não tinha o nome dele oficial. O Fábio Raposo conhece ele por codinome. O Fábio Raposo me passou uma pessoa que eu poderia chegar a ela e essa pessoa me passaria o nome certo e a qualificação”.


Neste domingo (9), ao ser preso e levado para a delegacia, Fábio declarou em depoimento não conhecer o homem que aparece nas imagens usando calça jeans e blusa cinza suada, mas disse que já o tinha visto em outras manifestações."

 

O perito Nelson Massini, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que analisou as imagens da TV Brasil, a pedido da Globo, disse que Fábio e o outro homem de blusa cinza agiram juntos.


Em um ponto do vídeo, quando a imagem fica distante e os dois se misturam a outras pessoas, foi aproximado e congelado pelo perito. E então surge um ponto luminoso, que, segundo o perito, é o artefato sendo aceso.


Quando perguntado se os dois rapazes estão juntos na ação, Massini respondeu que “na parte superior [do vídeo] se vê o outro participante numa perfeita integração [com Fábio Raposo]”. “As duas pessoas estão aqui [ no vídeo] integradas nessa ação. Eles estão juntos”, afirmou.


Em outro ponto, quando o homem de blusa cinza já está se abaixando, ele tem um objeto na mão. Segundo o perito, há uma faísca. “Nós observamos nesta extremidade, a chama já está presente. Então ele neste momento já está com o artefato aceso, colocando no chão. [A imagem] é conclusiva. Ele acende num determinado instante, tem o tempo suficiente e aqui neste momento já está acesa, não há como contra-argumentar, dizer que não, que ele estaria colocando outro objeto. Não só é o objeto, que foi aceso com os dois, e é colocado por este que está de calça jeans, já aceso, ao chão”, explicou Massini.


No domingo (9), o delegado chegou a dizer que Fábio poderia ajudar a fazer um retrato falado do outro homem. Nesta segunda, o advogado disse que isso não seria possível porque todas as vezes que o cliente dele viu o outro homem, ele estava usando máscara.


Delação premiada


Fábio Raposo está na penitenciária Bandeira Stampa, no Complexo de Bangu, onde cumpre prisão temporária de 30 dias. O advogado disse ainda que o delegado descartou o benefício da delação premiada para seu cliente. “Não está valendo. Mas isso vai ser uma discussão que eu vou levar pra juízo”, disse Jonas Tadeu.


Em entrevista coletiva na noite desta segunda, o delegado confirmou que o homem que aparece de calça jeans e blusa cinza nas imagens já foi identificado, mas não revelou o nome para não atrapalhar as investigações. Ele e Fábio Raposo, que já está preso, foram indiciados por homicídio doloso qualificado pelo uso de artefato explosivo e pelo crime de explosão.


Mesmo já tendo a identificação, a polícia precisava de uma confirmação. Por isso, esta tarde, os policiais foram até a penitenciária onde Fábio Raposo cumpre pena e levaram uma foto do suspeito para que ele pudesse identificá-lo. Apesar de o advogado ter dito que ele não poderia identificar o homem de blusa cinza, ao ver a foto levada pelos policiais Fábio confirmou que o homem era a mesma pessoa que acendeu o rojão.


"Uma vez apresentada a foto, ele não teve dúvida em reconhecê-lo. Portanto, eu posso dizer que nós já temos convicção de quem foi a pessoa que acendeu o artefato", disse o delegado.

 

Diário do Nordeste. 

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